A cada livro, Ronaldo Correia de Brito expande os limites de sua ficção, e da própria literatura brasileira. Já no primeiro conto, duas irmãs velhas estão presas a uma casa antiga e se recordam de tragédias passadas enquanto, do lado de fora, caminhões e escavadeiras varam a noite à procura de um casal de namorados que se jogou numa represa.
