Casa de farinha é uma rara oportunidade de observar João Cabral, hábil engenhoso artesão, em sua oficina de palavras. Diante das anotações do poema, é possível flagrá-lo desde os primeiros esboços, em 1966, até o rascunho incompleto dos primeiros versos, em 1985, portanto 19 anos depois de tê-lo iniciado.
