Tradução: Bernardo Ajzenberg
Por cinquenta anos, O Diário de Hélène Berr ficou guardado como um doloroso tesouro familiar, até ser doado ao Memorial da Shoah parisiense. Estudante de literatura inglesa da Sorbonne, Hélène Berr tinha 21 anos quando começou a anotar reflexões sobre o amor, as amizades, a beleza de Paris, a música e a poesia - e as banais frustrações da vida.
