Durante o Santo Ofício brasileiro, o personagem que mais desafiou os dogmas da Igreja por suas preferências sexuais foi uma mulher, Filipa de Sousa, que usou e abusou de sua homossexualidade sendo, em contrapartida, a mais castigada pela Inquisição. Enquanto isso, o padre Antônio Vieira, como a maioria dos jesuítas da colônia, condenava a escravidão indígena e defendia, paradoxalmente, a africana.
