Uma longa pesquisa realizada no Sudão anglo-egípcio durante a década de 1920 é o ponto de partida para a reflexão que Evans-Pritchard desenvolve nesse livro a respeito das práticas de bruxaria entre os Azande. Representante de um período extremamente fértil da antropologia, o autor produz uma etnografia que se tornaria exemplar em termos de trabalho de campo.
