Profundo conhecedor de artes visuais, fascinado por Mozart e por Nijinski, o poeta mineiro reúne erudição singular e múltiplos interesses. Em Poliedro, seu largo horizonte intelectual se desenvolve em fragmentos que se aproximam dos aforismos e dão novos ares à prosa lírica, numa mistura de reflexão, memória, poesia, ensaio e verbete.
