Tradução: Hildegard Feist
As margens do Narmada, um rio sagrado da Índia, atraem uma multidão de peregrinos, sábios, ascetas, loucos, bandidos, músicos e cortesãs que ali vão para refletir e purificar-se. A cada um o rio responde com sua força, espelhando os intrincados caminhos que os homens têm que percorrer até encontrar seu destino.
