Tradução: Sergio Tellaroli
Quando Ho-ba-la-lá foi lançado na Alemanha, em 2011, toda a grande imprensa do país deu ampla divulgação a um livro que, a um brasileiro, pareceria a coisa mais supérflua ou descabida do mundo: um alemão escrevendo sobre João Gilberto e a Bossa Nova. Não é bem assim.
