Tradução: Paulo Geiger
Entrecruzando dados autobiográficos, personagens da “grande” história e as vidas de pessoas comuns, Amós Oz recria, em O monte do Mau Conselho, a sua infância em Jerusalém, entre tantos outros filhos de imigrantes asquenazes. Flagrados entre os anos de 1946 e 1947, meninos de nomes hebraicos convivem com as feridas mal curadas de seus pais, que têm de assimilar o desligamento das raízes europeias.
