Dos séculos XVI ao XVIII vigorava em Portugal, Espanha e respectivas colônias um sistema de discriminação que impedia aos descendentes de judeus, africanos, índios e mouros o acesso aos cargos públicos, à carreira eclesiástica e às honrarias e mercês dispensadas pela Coroa. A honra do indivíduo e de sua parentela ficava assim prisioneira da "pureza" do sangue.
