Tradução: Roberto Muggiati
Foram muitos os rótulos criados pela mídia para se referir a Chet Baker: cool, cult, ícone do jazz, símbolo sexual - todos insuficientes para definir a personalidade contraditória do trompetista americano. Ao surgir no ambiente fervilhante do jazz norte-americano dos anos 50, o músico rapidamente se transformou no ideal de sua geração.
